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	<title>Forum de midia livre</title>
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		<title>Forum de midia livre</title>
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		<title>O Fórum Mundial de Mídia Livre já começou!</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jun 2012 15:14:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Programação final do Fórum DIA 16 (sábado) 9h abertura – Auditório Pedro Calmon O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns 11h – Painéis simultâneos Eixo 1 – Direito à Comunicação – Auditório Pedro Calmon Temas em debate: acesso à informação; liberdade de expressão; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Programação final do Fórum</h1>
<div><strong>DIA 16 (sábado)</strong></div>
<div>
<ul>
<li>9h abertura – Auditório Pedro Calmon<br />
O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns</li>
</ul>
<ul>
<li>11h – Painéis simultâneos<br />
<strong>Eixo 1 – Direito à Comunicação</strong> – Auditório Pedro Calmon<br />
Temas em debate: acesso à informação; liberdade de expressão; liberdade na internet; agressões a jornalistas; criminalização da mídia livre; conglomerados mundiais de comunicação e o discurso hegemônico sobre desenvolvimento</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Eixo 2 – Apropriação Tecnológica</strong> – Auditório CPM<br />
Temas em debate: novos modelos organizacionais e econômicos; protocolos livres; liberdade de internet; espectro livre e tecnologia digital (rádio e TV digital); formação para apropriação tecnológica</li>
</ul>
<ul>
<li>13h – Almoço</li>
</ul>
<ul>
<li>14h – Painel <strong>Eixo 3 – Políticas Públicas</strong> – Auditório Pedro Calmon<br />
Temas em debate: comunicação e democracia; marcos regulatórios; padrões internacionais e boas práticas de regulação; sistema público de comunicação; rádios comunitárias; rádios livres; sustentabilidade das mídias livres</li>
</ul>
<ul>
<li>16h – 18h<strong> Atividades autogestionadas</strong>
<ul>
<li>Oficina de Vídeo em Celular – Cinema Nosso – Laboratório TV (CPM)</li>
</ul>
<ul>
<li>Imagem da Mulher na Mídia – Coletivo de Mulheres Ana Montenegro – Sala 202 (Módulo)</li>
</ul>
<ul>
<li>Protocolos para as redes livres II – Alquimídia, Soylocoporti e Coredem – Sala 203 (Módulo)</li>
</ul>
<ul>
<li>Oficina Inclusiva – Escola de Gente – Sala Pontão (CPM)</li>
<li>Partilhando informação, rede de intercâmbio e mídias livres: como colocá-los ao serviço das resistências e da transição? – Coredem, Ritimo, Ejoussour, Bastamag, Foro China Europa – Sala 2 (Módulo)</li>
<li>Oficina de rádio Maluco Beleza – Saúde mental e comunicação – Sala 1 (Módulo)</li>
<li>Espectro Aberto e Radio/TV Livre – Rádio Muda – Sala 108 (Palácio Universitário)</li>
<li>O impacto da mídia livre nas lutas sociais e criminalização da pobreza – Sala 201 (Módulo)</li>
<li>De todo canto pra todo canto: Rádio Muzaiko, uma nova rádio comunitária internacional via internet – Laboratório de Rádio (CPM)</li>
<li>O Poder da Imagem – Reflexões sobre Fotografia e Documentario + Exposição Revolver (v.t. 1. Agitar em vários sentidos; agitar. 2. Examinar cuidadosamente. 3. Revirar.) – Auditório CPM</li>
<li>Democratizar a comunicação para o Bem Viver – ALAI, ALER, Minga, Barao de Itararé e Enlace de Medios para la Democratización de la Comunicación – Auditório Pedro Calmon</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>18h – 20h <strong>Exibição de vídeos</strong> – Auditório CPM<br />
Cúpula do Rio – Imagens e pensamentos da juventude carioca / Simone Colucci / 3min<br />
Trailler do Documentário Carioquinhas da Gema / Simone Colucci/ 3min<br />
O petróleo tem que ser nosso – Última Fronteira/ Rafael Duarte/ 15min<br />
Usar o anarquismo/ Arquivo Nacional/ 8min<br />
Vozes do Clima/ Augustin Kammerath / 18min<br />
Witess no Rio/ Augustin Kammerath / 5min<br />
É tudo mentira/ Augustin Kammerath / 12min<br />
Território de Sacrifício ao Deus do Capital – O Caso da Ilha da Madeira/ Silvio Cesar Alves Rodrigues / 20min</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DIA 17 (DOMINGO)</strong></p>
<ul>
<li>9h – Painéis simultâneos<br />
<strong>Eixo 4 – Movimentos Sociais</strong> – Auditório Pedro Calmon<br />
Temas em debate: Produção de conteúdo e informação pela sociedade civil (incluindo o debate sobre a disputa de valores em torno do desenvolvimento sustentável); as lutas nas redes e nas ruas e o ativismo global; como aumentar o impacto da mídia livre nas lutas sociais; sinergia entre plataformas regionais de informação; troca de experiências e iniciativas; os midialivristas e o processo do Fórum Social Mundial</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Mulher, mídia e bens comuns</strong> – Auditório CPM<br />
Temas em debate: invisibilidade e exclusão da história das mulheres; liberdade de expressão e negação da memória; lutas das mulheres nas redes sociais; das Marchas das Vadias às denúncias de discriminação das mulheres na Primavera Árabe; produção de conteúdo pelo direito à igualdade e diversidade de gênero e raça na rede; regulação de mídia e a questão da representação da imagem da mulher; o potencial de impacto desse debate nas redes sociais.</li>
</ul>
<ul>
<li>10h30 – <strong>Plenária Geral</strong> – Auditório Pedro Calmon<br />
Organização de estratégias e encaminhamento de propostas para a Plenária de Convergência da Cúpula dos Povos sobre Bens Comuns</li>
</ul>
<ul>
<li>14h – 16h <strong>Atividades autogestionadas</strong>
<ul>
<li>TV social na web – Instituto Imagem Viva Zora Midia – Laboratório de TV (CPM)</li>
<li>Mulheres de expressão – Mulheres se adaptando às mudanças climáticas – Artigo 19, Sabiá, Vitae Civilis, Rádio Z FM Unicomlivre – Sala 202 (Módulo)</li>
<li>Sobrevivência dos jornalistas e da liberdade de informação – Sala 203 (Módulo)</li>
<li>Oficina de Educomunicação – Conselho Nacional de Juventude, Rejuma, Viração, Reju, Instituto Raízes da Tradição, Cuca UNE, Rede Fale, REJOC – Sala Pontão (CPM)</li>
<li>Por uma outra política – Apresentação do Partido Pirata do Brasil – Sala 2 (Módulo)</li>
<li>Espacios compartidos de Medios de comunicación alternativos – Asociación de cabildos indígenas del norte del cauca (Colombia) – Sala 1 (Módulo)</li>
<li>Mídia e Favela: comunicação e democracia da perspectiva dos espaços populares urbanos – Observatório de Favelas – Sala 108 (Palácio Universitário)</li>
<li>Vozes Silenciadas: debate acerca da cobertura da mídia sobre o MST – Intervozes – Sala 201 (Módulo)</li>
<li>Hiperrealidade, manipulação política e fabricação do (con) senso comum: contribuição filosófica ao debate sobre mídia livre e justiça social – Laboratório de Rádio (CPM)</li>
<li>Roda de conversa: Comunicação e Cultura, novas perspectivas no MinC para a agenda da Comunicação – Auditório CPM</li>
<li>Fóruns Sociais Locais. O Mundo, a praça e o diálogo – Rede de Facilitadores de Fóruns Locais do Brasil e da França – Auditório Pedro Calmon</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>16h – 18h <strong>Atividades autogestionadas</strong>
<ul>
<li>Oficina de Acervos Digitais – Fórum dos Pontos de Cultura da BA, Condomínio do Empreendedor Cultural, Pontão de Cultura Digital Iteia, Instituto Intercidadania, CDC – Laboratório de TV (CPM)</li>
<li>Roda de conversa- Internet,sociedade e democracia: O uso das redes sociais como instrumento de resistência e representação dos movimentos de mulheres – Sala 202 (Módulo)</li>
<li>Laboratório de Traduções Interculturais – Instituto Imersão Latina, Soylocoporti, Ciranda – Sala 203 (Módulo)</li>
<li>Oficina de cartazes minimalistas – Sala Pontão (CPM)</li>
<li>A TV dos Trabalhadores – Sindipetro-RJ, CUT-RJ, Núcleo Piratininga de Comunicação – Sala 2 (Módulo)</li>
<li>A Influência do Marketing Político e da Mídia Televisiva no Processo Eleitoral Brasileiro – Universidade Federal de Pelotas, Fundação Simon Bolivar, UNE – Sala 1 (Módulo)</li>
<li>Reunião rumo ao Fórum Social Mundial Palestina Livre – Alternative Information Center, Ciranda, Comitê Brasileiro e Comitê Palestino – Sala 108 (Palácio Universitário)</li>
<li>Recursos cinematográficos e movimentos sociais: debate e mini-curso – Sala 201 (Módulo)</li>
<li>Pocket Eu sou negão: mídia comunitária impressa, identidade e enfrentamento do racismo – Instituto Comvida (Camaçari-BA) – Laboratório de Rádio (CPM)</li>
<li>Construção da estratégia Redes em Rede para a inclusão socioprodutiva: desafios de uma nova economia com Tecnologia Social – Revista Fórum, Fora do Eixo, Fundação Banco do Brasil – Auditório CPM</li>
<li>4º Encontro Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores – Viração, UNICEF, Agência Jovem de Notícias, FES, Centro de Competencia en Comunicacion para America Latina e Outras Palavras – Auditório Pedro Calmon</li>
</ul>
</li>
</ul>
<ul>
<li>18h – 20h <strong>Exibição de vídeos</strong> – Auditório CPM<br />
Oscar Niemeyer: O construtor de sonhos / Délcio Marinho / 30min<br />
Tambores e metais: é hora de verdejar / Arquivo Nacional/ 12min<br />
O Paço de Madureira/ Arquivo Nacional/ 12min<br />
Documentário do Fórum de Crianças e Adolescentes em Situação de Rua (Fórum de Meninos/as) / Márcia Gatto/ 20min<br />
Recolher não é Acolher – É BARBÁRIE!/ Recolhimento Nunca Mais/ 5h25<br />
Nos Caminhos do Lixo (as catadoras de Jacutinga)/ Eunice Gutman/ 29min</li>
</ul>
</div>
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		<title>Redes livres lançam diálogo em busca de protocolos comuns</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 15:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Todas as versões desta matéria: [English] [Español] [français] [italiano] [Português do Brasil] Está aberto o debate sobre as interconexões possíveis entre as redes sociais não corporativas, baseadas em software e cultura livre, e colocadas ao serviço das pessoas, dos movimentos sociais e ativismos globais. Contribua! A articulação entre lutas civis, seus movimentos e ativismos pelo mundo faz uso das velhas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><em>Todas as versões desta matéria: [<a title="For an open protocol for free networks" href="http://www.ciranda.net/fsm-2011-dakar/article/for-an-open-protocol-for-free" hreflang="en" rel="alternate">English</a>] [<a title="Por un protocolo abierto para las redes libres" href="http://www.ciranda.net/fsm-2011-dakar/article/por-un-protocolo-abierto-para-las" hreflang="es" rel="alternate">Español</a>] [<a title="Pour un protocole ouvert entre les réseaux libres" href="http://www.ciranda.net/fsm-2011-dakar/article/pour-un-protocole-ouvert-entre-les" hreflang="fr" rel="alternate">français</a>] [<a title="Per un protocollo aperto alle reti libere" href="http://www.ciranda.net/fsm-2011-dakar/article/per-un-protocollo-aperto-alle-reti" hreflang="it" rel="alternate">italiano</a>] [Português do Brasil]</em></p>
</div>
<div>
<div>
<p><strong>Está aberto o debate sobre as interconexões possíveis entre as redes sociais não corporativas, baseadas em software e cultura livre, e colocadas ao serviço das pessoas, dos movimentos sociais e ativismos globais. Contribua!</strong></p>
</div>
<p><img src="http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L400xH279/arton6223-c2fb3.png" alt="" width="400" height="279" /></p>
<div>
<p>A articulação entre lutas civis, seus movimentos e ativismos pelo mundo faz uso das velhas e das novíssimas formas de comunicação, que conectam redes e ruas em diferentes manifestações. Em 2011, resistências de longas raízes, associadas a crises sistêmicas e a canais de comunicação interativos e em tempo real, mostraram seu poder de mobilização no Oriente Médio e Norte da África, nos protestos dos estudantes chilenos, nas ocupações de Wall Street, nos acampamentos dos Indignados da Espanha, nas manifestações anti-austeridade na Grécia, entre tantas outras manifestações ao redor do mundo. As ferramentas digitais permitiram a troca em tempo real entre esses diversos movimentos, multiplicando informações e confluindo lutas pela internet.</p>
<p>Porém, a rede é um ambiente em disputa. Se por um lado permite a comunicação distribuída entre diversos atores nas ações de resistência e criatividade, também serve à crescente e massiva vigilância promovida por governos e empresas de tecnologia.</p>
<p>O interesse no cerceamento do acesso à rede e da livre transmissão de informação, por meio de ações arbitrárias de regimes autoritários ou de empresas que utilizam o controle de dados da internet como negócio, já se expressam em projetos de impacto global como SOPA (Stop Online Priracy Act), PIPA (PROTECT IP Act), ACTA (Anti-Counterfeiting Trade Agreement), e iniciativas nacionais já aprovadas &#8211; como a Lei SINDE, na Espanha, na Espanha, que entra em vigor em março &#8211; e que estão tramitando, como o &#8220;PL do Azeredo&#8221; no Brasil.</p>
<p>São graves investidas contra a liberdade e o compartilhamento na internet, que buscam dar amparo judicial ao bloqueio de links de conexão e à repressão aos internautas. Na prática, a partir dessas legislações, qualquer uso de dados que seja contrário aos interesses da indústria do direito autoral ou aos interesses corporativos em todos os seus campos poderá resultar em desligamentos já nos backbones (troncos de distribuição de dados).</p>
<p>No outro extremo do controle da internet como negócio, estão as redes sociais corporativas. Ao mesmo tempo em que promovem facilidades e fomentam uma nova cultura de interação e comunicação, essas empresas violam direitos básicos de privacidade e liberdade de seus usuários, comercializando informações pessoais e boicotando conteúdo &#8220;indesejável&#8221; &#8211; Google, Twitter e Facebook são exemplos dessas práticas.</p>
<p>Outro mundo é possível e para que ele exista, o direito humano à livre comunicação e o acesso universal ao conhecimento são pressupostos inegociáveis, associados a qualquer luta por sociedades mais justas.</p>
<p>Em janeiro de 2012, durante encontros realizados no contexto do Fórum de Mídia Livre e do Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, mais um passo foi dado para o diálogo entre diversas iniciativas de redes interessadas em desenvolver protocolos comuns, tecnológicos, políticos, éticos e filosóficos, capazes de torná-las partes de redes maiores engendradas pelas resistências sociais contemporâneas.</p>
<p>Se pelas redes livres compartilham-se chamados e saberes para melhorar as condições de vida no planeta, dialogar entre as redes faz parte do esforço em falar para além destas, de abrir-se para compartilhar experiências e possibilidades de organização que ocorrem dentro e fora das conexões tecnológicas e que traduzem sempre conexões humanas.</p>
<p>Já se integram a este debate entusiastas de propostas como Noosfero, N-1, Diáspora, Sneer, Coredem, Phyrtual, Ágora Delibera, Kune, Vote, TheGlobalSquare, entre softwares, conceitos e experiências em construção no campo dos recursos e possibilidades tecnológicas, em diálogo com outros movimentos e ativismos da sociedade civil.</p>
<p>Esse diálogo se insere no processo de construção do II Fórum Mundial de Mídia Livre e integra a agenda de encontros da Cúpula dos Povos da Rio+20 por Justiça Social e Ambiental, evento da sociedade civil paralelo à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorrerá em junho de 2012 no Rio de Janeiro.</p>
<p>Está aberto o debate sobre as interconexões possíveis entre as redes sociais não corporativas, baseadas em software e cultura livre, e colocadas ao serviço das pessoas, dos movimentos sociais e ativismos globais. Contribua &#8211; acesse:</p>
<p><strong>Mais informações</strong></p>
<p><a href="http://medias-libres.rio20.net/" rel="nofollow external">http://medias-libres.rio20.net</a></p>
<p><a href="http://www.forumdemidialivre.org/" rel="nofollow external">www.forumdemidialivre.org</a></p>
<p><a href="http://www.freemediaforum.org/" rel="nofollow external">www.freemediaforum.org</a></p>
<p><a href="http://www.ciranda.net/mot/forum-midia-livre">Ciranda FMML</a></p>
</div>
</div>
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		<title>Ainda não tem onde ficar durante o II FMML?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 19:56:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[fonte: www.cupuladospovos.org.br Uma dica para quem não quer perder a Cúpula dos Povos na Rio+20, mas está assustado com os preços estratosféricos dos hoteis da cidade: a Prefeitura do Rio de Janeiro, juntamente com a RioTur, criou a Hospedagem Domiciliar – uma parceria com redes de hospedagem no sistema bed and breakfast, inspirado no modelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>fonte: www.cupuladospovos.org.br</p>
<p>Uma dica para quem não quer perder a Cúpula dos Povos na Rio+20, mas está assustado com os preços estratosféricos dos hoteis da cidade: a Prefeitura do Rio de Janeiro, juntamente com a RioTur, criou a Hospedagem Domiciliar – uma parceria com redes de hospedagem no sistema bed and breakfast, inspirado no modelo irlandês: você pode se hospedar na casa de um morador da cidade cadastrado no site e obter, a preços acessíveis, acomodações e café da manhã.</p>
<p>No Rio de Janeiro, há duas redes de hospedagem que mantêm esse esquema e que assinaram com a Prefeitura a Carta Carioca de Hospitalidade – documento que garante o mínimo de qualidade e de infraestrutura necessário para receber turistas. As redes cadastradas são a BBBrasil e a Cama &#038; Café.</p>
<p>Nos sites, você pode conferir preços e opções de acomodação – quarto privativo ou comunitário, se terá banheiro individual ou não etc. Alguns anfitriões postaram fotos dos locais onde você ficará hospedado, caso opte por eles. Uma dica bastante curiosa – e útil – é que no site da Cama &#038; Café há uma listagem de parceiros na qual você pode conseguir descontos e promoções para aproveitar sua estadia na cidade sede da Cúpula dos Povos!</p>
<p>Hospedagem solidária – e gratuita<br />
Mas não foi só a Prefeitura do Rio de Janeiro que juntou esforços para oferecer opções acessíveis de hospedagem na cidade. O ativista Kjell Kühne criou formulários para hospedagem gratuita no Rio. Funciona assim: quem pode receber pessoas em casa, preenche um formulário onde aponta que tipo de acomodações pode oferecer, quais línguas domina, quantas pessoas pode receber e cadastra seus contatos. Em outro formulário, pessoas que precisam de um lugar para ficar se inscrevem, informando seus dados, data de chegada e de partida e qual o objetivo da visita.<br />
A partir dos dados cadastrados, Kühne e seus colegas unem os dados de quem pediu e de quem ofereceu acomodação – em ordem de cadastramento – e entram em contato com os interessados. O sisema de Kühne já funcionou na África do Sul, durante e em Cancun.<br />
Para quem não conhece, há também a opção do Couchsurfing, uma espécie de rede social onde os inscritos procuram e oferecem acomodações em diversas partes do mundo. Tudo de graça.</p>
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		<title>Rádio Cúpula cria lista para para organizar programação coletiva</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 23:26:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula dos Povos]]></category>
		<category><![CDATA[rádio]]></category>

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		<description><![CDATA[Adotando o princípio da Comunicação Compartilhada, a Rádio Cúpula terá uma grade coletivamente organizada por diferentes radialistas e comunicadores de diferentes lugares e movimentos sociais. Para isso, já foi criada a lista radiocupula@lists.riseup.net, que debaterá a gestão compartilhada da rádio, a linha editorial, as pautas conjuntas e os horários e programas especiais a cargo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Participe da Rádio Cúpula!" src="http://rede.cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/04/5617042203_961643d1a0_o-480x330.jpg" title="Participe da Rádio Cúpula!" class="aligncenter" width="480" height="330" /></p>
<p>Adotando o princípio da Comunicação Compartilhada, a Rádio Cúpula terá uma grade coletivamente organizada por diferentes radialistas e comunicadores de diferentes lugares e movimentos sociais. Para isso, já foi criada a lista radiocupula@lists.riseup.net, que debaterá a gestão compartilhada da rádio, a linha editorial, as pautas conjuntas e os horários e programas especiais a cargo dos grupos.</p>
<p>O movimento de mulheres, por exemplo, reunirá diversas contribuições para tratar dos seus temas relacionados às lutas por justiça social e ambiental. Um dos assuntos será a luta para impedir a mercantilização da vida e para a defesa dos bens comuns. O direito à comunicação, indispensável para a justiça social e ambiental, também será debatido na rádio, a partir de contribuições do Fórum Mundial de Mídia Livre, que ocorrerá nos dia 16 e 17, na UFRJ.</p>
<p>O link para a Rádio Cúpula é <a href="http://cupuladospovos.org.br/category/radio-cupula-2" target="_blank">www.cupuladospovos.org.br/category/radio-cupula-2</a></p>
<p>Saiba mais, participe a acompanhe esta construção coletiva.</p>
<p>___________________<br />
Fonte: <a href="http://www.ciranda.net" target="_blank">Ciranda</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Liberdade da expressão é tema de campanha na Cúpula dos Povos</title>
		<link>http://www.forumdemidialivre.org/?p=717</link>
		<comments>http://www.forumdemidialivre.org/?p=717#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 23:21:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula dos Povos]]></category>
		<category><![CDATA[Liberdade da expressão]]></category>

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		<description><![CDATA[A campanha será lançada dia 15 de junho, à tarde, no Aterro do Flamengo, como parte das atividades da Cúpula dos Povos para a Rio+20 O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e um conjunto de entidades e movimentos pelo direito à comunicação lançarão, no Rio de Janeiro, uma campanha em defesa da Liberdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>A campanha será lançada dia 15 de junho, à tarde, no Aterro do Flamengo, como parte das atividades da Cúpula dos Povos para a Rio+20</strong></p>
</div>
<p><img src="http://www.ciranda.net/local/cache-vignettes/L400xH236/arton6270-85192.jpg" alt="" width="400" height="236" /></p>
<div>
<p>O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e um conjunto de entidades e movimentos pelo direito à comunicação lançarão, no Rio de Janeiro, uma campanha em defesa da Liberdade de Expressão para pressionar o governo e o congresso nacional a aprovarem um novo marco regulatório para o setor.</p>
<p>Em 04 de maio, o FNDC realizou, na cidade de São Paulo, o Seminário “Desafios da liberdade de expressão” – que reuniu mais de 200 participantes, representando mais de 50 entidades e organizações nacionais e representantes de 20 estados brasileiros – para discutir uma campanha a ser conduzida de forma colaborativa entre as organizações. O evento foi transmitido online, agregando mais cerca de 200 pontos conectados.</p>
<p>O objetivo da campanha é sensibilizar, mobilizar e organizar a sociedade para lutar por mudanças na comunicação, hoje controlada de modo a dar liberdade de expressão apenas para as empresas donas de grandes veículos.</p>
<p>Uma Coordenação Nacional para organizar a campanha está a caminho do Rio e deve participar também das atividades do II Fórum Mundial de Mídia Livre, onde o direito à comunicação será debatido com uma perspectiva internacional. Além da executiva do FNDC (Abraço, Aneate, Arpub, Barão de Itararé, CFP, CUT, Fittel, Fitert, Intervozes) a coordenação é integrada por entidades como ABTU, CBC, Ciranda, Idec, Ubes, UJS, UGT, Ulepicc, UNE, Abepec. Durante o seminário de São Paulo, outras entidades também manifestaram interesse, entre elas a Fundação Perseu Abramo, Fundação Maurício Grabois, a Amarc, o Centro de Cultura Luis Freire, a Fenaj, o Clube de Engenharia, Viração, Frenavatec.</p>
<p>As entidades que não puderam participar do seminário também estão chamadas à se juntar a este movimento, contatando o email secretaria@fndc.org.br</p>
<p><em>Leia também</em></p>
<p><a href="http://www.ciranda.net/fsm-2011-dakar/article/campanha-pressiona-por-marco" target="_blank">Campanha pressiona por marco regulatório para garantir ’liberdade de expressão’</a> (artigo de Marcel Gomes/Carta Maior sobre o Seminário de 4 de maio)</p>
</div>
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		<title>Inscrições para II Fórum Mundial de Mídia Livre estão abertas!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 19:51:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[II Fórum Mundial de Mídia Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[As inscrições para atividades autogestionadas no II Fórum Mundial de Mídia Livre já estão abertas. Para além dos painéis de discussão que estão sendo propostos pelas organizações, movimentos e coletivos que participam da organização do II FMML, haverá espaço para a proposição de atividades por quaisquer coletivos e movimentos que queiram contribuir com a discussão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="Inscrições para II Fórum Mundial de Mídia Livre estão abertas!" src="http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/05/fmml.png" alt="Inscrições para II Fórum Mundial de Mídia Livre estão abertas!" width="400" height="279" /></p>
<p>As inscrições para atividades autogestionadas no II Fórum Mundial de Mídia Livre já estão abertas. Para além dos painéis de discussão que estão sendo propostos pelas organizações, movimentos e coletivos que participam da organização do II FMML, haverá espaço para a proposição de atividades por quaisquer coletivos e movimentos que queiram contribuir com a discussão sobre a mídia livre no mundo. Elas acontecerão nas tardes dos dias 16 e 17 de junho, na Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (campus Praia Vermelha/Urca, ao lado do Aterro do Flamengo), onde o II FMML será realizado.</p>
<p>Os formatos de atividades são abertos, sendo possível propor painéis, desconferências (debates livres), oficinas, apresentações culturais, entre outras ações. Também há opção para que as autogestionadas sejam inscritas no chamado Fórum Expandido, que visa conectar pela internet pessoas que estarão no Rio de Janeiro com outros coletivos e organizações em qualquer parte do mundo. Neste caso, equipamentos e animadores das conexões devem ser providenciados pelas organizações proponentes. As salas da UFRJ têm acesso disponível à internet. Demais equipamentos devem ser viabilizados pelas entidades.</p>
<p>As atividades do Fórum ocorrem em torno de quatro eixos principais: direito a comunicação; políticas públicas; apropriação tecnológica e movimentos sociais. É importante que sua atividade busque dialogar com algum desses eixos. As inscrições de propostas de atividades autogestionadas estão abertas até o dia 5 de junho.</p>
<p>Para fazer parte desta construção, basta inscrever sua atividade através do formulário disponível no site da Cúpula dos Povos &#8211; o II Fórum Mundial de Mídia Livre também integra a programação da Cúpula.</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://cupuladospovos.org.br/fmml/" target="_blank">CLIQUE AQUI para fazer a inscrição de sua atividade: www.cupuladospovos.org.br/fmml</a></strong></li>
<li><a href="http://cupuladospovos.org.br/2012/04/o-rio-vai-reunir-a-midia-livre-por-uma-outra-comunicacao-participe/" target="_blank">Clique aqui para saber mais sobre o evento</a>.</li>
<li><a href="http://cupuladospovos.org.br/2012/05/forum-mundial-de-midia-livre-divulga-temas-rumo-a-rio20/" target="_blank">Acesse aqui a programação</a>.</li>
</ul>
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		<title>Fórum Mundial de Mídia Livre divulga temas rumo à Rio+20</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Dia 16 9h: Abertura – Auditório Pedro Calmon (campus da UFRJ – Urca) O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns 11h: Painéis simultâneos sobre eixo 1 – Direito à Comunicação – Auditório Pedro Calmon (UFRJ – Urca) Temas em debate: acesso à informação; liberdade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/05/fmml.png"><img class="aligncenter" title="fmml" src="http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/05/400x279xfmml.png.pagespeed.ic.21VWRVVg72.png" alt="" width="400" height="279" /></a></p>
<h3>Dia 16</h3>
<p><strong>9h: Abertura – Auditório Pedro Calmon (campus da UFRJ – Urca)<br />
</strong>O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns</p>
<p><strong>11h: Painéis simultâneos</strong> <strong><strong>sobre eixo 1</strong> – Direito à Comunicação – Auditório Pedro Calmon (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Temas em debate: acesso à informação; liberdade de expressão; agressões a jornalistas; criminalização da mídia livre; conglomerados mundiais de comunicação e o discurso hegemônico sobre desenvolvimento</p>
<p><strong><strong>Eixo 2</strong> – Apropriação Tecnológica – Auditório Eletrobras (Casa do Estudante – Flamengo)<br />
</strong>Temas em debate: novos modelos organizacionais e econômicos; protocolos livres; liberdade de internet; espectro livre e tecnologia digital (rádio e TV digital); formação para apropriação tecnológica</p>
<p><strong>13h – Almoço</strong></p>
<p><strong>14h – Painel eixo 3: Políticas Públicas – Auditório Pedro Calmon (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Temas em debate: comunicação e democracia; marcos regulatórios; padrões internacionais e boas práticas de regulação; sistema público de comunicação; rádios comunitárias; rádios livres; sustentabilidade das mídias livres</p>
<p><strong>16h – Atividades autogestionadas – salas de aula ECO (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Rodas de conversa, desconferências, oficinas, Fórum Extendido</p>
<h3>Dia 17</h3>
<p><strong>9h – Painéis simultâneos sobre eixo 4 – Movimentos Sociais – Auditório Pedro Calmon (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Temas em debate: Produção de conteúdo e informação pela sociedade civil (incluindo o debate sobre a disputa de valores em torno do desenvolvimento sustentável); as lutas nas redes e nas ruas e o ativismo global; como aumentar o impacto da mídia livre nas lutas sociais; sinergia entre plataformas regionais de informação; troca de experiências e iniciativas; os midialivristas e o processo do Fórum Social Mundial</p>
<p><strong>Mulher, mídia e bens comuns – Auditório Eletrobras (Casa do Estudante – Flamengo)<br />
</strong>Temas em debate: invisibilidade e exclusão da história das mulheres; liberdade de expressão e negação da memória; lutas das mulheres nas redes sociais; das Marchas das Vadias às denúncias de discriminação das mulheres na Primavera Árabe; produção de conteúdo pelo direito à igualdade e diversidade de gênero e raça na rede; regulação de mídia e a questão da representação da imagem da mulher; o potencial de impacto desse debate nas redes sociais.</p>
<p><strong>10h30 – Plenária Geral – Auditório Pedro Calmon (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Organização de estratégias e encaminhamento de propostas para a Plenária de Convergência da Cúpula dos Povos sobre Bens Comuns</p>
<p><strong>13h – Almoço</strong></p>
<p><strong>14h – Atividades autogestionadas – salas de aula ECO (UFRJ – Urca)<br />
</strong>Rodas de conversa, desconferências, oficinas, Fórum Extendido</p>
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		<title>Informação é bem comum</title>
		<link>http://www.forumdemidialivre.org/?p=714</link>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 23:10:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[lei de acesso a informação]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a nova lei, qualquer cidadão pode ter acesso a informações de órgãos públicos (foto: Joybot/CC BY-SA 2.0) A lei de acesso a informação entrou em vigor no dia 16 de maio de 2012. Ela permite que os cidadãos tenham acesso a todo tipo de informação que diz respeito a processos e trâmites do governo. Ou seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3598">
<p><strong>Com a nova lei, qualquer cidadão pode ter acesso a informações de órgãos públicos</strong></p>
<p><a href="http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/05/cadeado-aberto.jpg"><img title="cadeado aberto" src="http://cupuladospovos.org.br/wp-content/uploads/2012/05/cadeado-aberto.jpg" alt="" width="512" height="342" /></a></p>
<p><em>(foto: Joybot/CC BY-SA 2.0)</em></p>
</div>
<p>A lei de acesso a informação entrou em vigor no dia 16 de maio de 2012. Ela permite que os cidadãos tenham acesso a todo tipo de informação que diz respeito a processos e trâmites do governo. Ou seja, agora qualquer pessoa pode pedir documentos e informações sobre gastos financeiros, ações, obras e projetos – sem precisar explicar o motivo. A informação pública tornou-se, enfim, bem comum. A lei vale para os três níveis de poder – executivo, legislativo e judiciário – e pode influenciar diretamente a vida de cada indivíduo.</p>
<p>No vídeo abaixo, a Unesco elucidou o tema, numa uma entrevista com Guilherme Canela, assessor regional de Comunicação e Informação para o Mercosul. Canela coloca em questão os principais avanços e problemas que acompanham a nova legislação.</p>
<p><iframe width="568" height="320" src="http://www.youtube.com/embed/ADf5FcV_KSQ?fs=1&#038;feature=oembed" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Apesar de ter sido sancionada em novembro do ano passado com um prazo de 180 dias para os governos se prepararem até que a lei entrasse em vigor, muitos órgãos públicos apresentaram <a href="http://oglobo.globo.com/pais/prefeituras-orgaos-mostram-despreparo-para-atender-lei-de-acesso-4914699" target="_blank">despreparo diante das solicitações dos cidadãos</a>.</p>
<p>Ainda assim, não se pode negar que a lei é “um imenso avanço na democracia brasileira”, afirmou José Moroni, do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), entidade membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio+20. Em entrevista à redação da Cúpula, Moroni disse que, apesar de o Brasil ser um dos últimos países democráticos a criar uma lei de acesso a informação, ela vai mudar a relação do cidadão comum com o poder público. Com a lei, o Brasil se junta a outros 91 países que regulamentaram o acesso de cidadãos a  informações públicas, que, dessa forma, podem exercer livremente seus direitos.</p>
<p>Passa a haver critérios que determinam o motivo de um documento ser sigiloso, bem como um tempo específico para cada tipo de sigilo. “Mas nenhum documento que envolva desrespeito aos direitos humanos pode ser considerado sigiloso”, explica Moroni. “Isso é um ponto bastante positivo”.</p>
<p>Por outro lado, há quem seja cético à medida. Em entrevista ao jornal <em>O Globo</em>, o cientista social canadense Gregory Michener diz <a href="http://oglobo.globo.com/pais/ceticismo-em-relacao-lei-de-acesso-no-brasil-4909013" target="_blank">não acreditar que a sociedade civil vá fazer uso das informações</a> que serão disponibilizadas. Para Michener, apesar de todo esse esforço, a nova medida não deve tomar grandes proporções.</p>
<p><strong>Impactos<br />
</strong>“O impacto da lei vai acontecer em médio e longo prazo”, pondera Moroni, por sua vez. Para ele, uma grande mudança é a lógica do exercício do poder. “Quem está no poder, trata daquele espaço como privado e pensa que não precisa dar satisfações para a população. Agora, qualquer funcionário de órgãos públicos está sujeito a ter de prestar informações e ser criticado. O espaço público começa a ser visto como público de fato”.</p>
<p>Outra questão importante, segundo Moroni, é a possibilidade de acesso a informações de como decisões públicas são tomadas. Por exemplo, agora é possível entender por que um deputado ou senador incorporou determinada sugestão num projeto de lei. “Vou poder ter acesso a todas as propostas a uma determinada lei e também às razões do parlamentar de aceitar algumas e não outras”, explica o filósofo. Além disso, a própria lei afirma que o Estado deve realizar uma campanha educativa para que a população tenha conhecimento da lei e saiba como utilizá-la.</p>
<p><strong>Como funciona a lei<br />
</strong>A Constituição Federal garante o direito à informação pública. No entanto, até ontem (15/5), o cidadão só poderia solicitar informações que lhe diziam respeito e elas eram concedidas apenas se a chefia dos órgãos envolvidos permitisse. “O direito à informação pública era um ‘não-direito’”, explica Moroni. Com a nova legislação, cada órgão público ficará responsável por criar um Serviço de Informação ao Cidadão (SIC) para garantir que a lei será aplicada e que a transparência nas informações seja concretizada. O governo federal, por exemplo, criou um <a href="http://www.acessoainformacao.gov.br/sistema/">portal on-line</a> pelo qual o cidadão pode fazer seu pedido de acesso a qualquer informação.</p>
<p>Além dos órgãos públicos, todas as fundações, empresas privadas sem fins lucrativos e autarquias que recebem ou já receberam dinheiro público também têm por obrigação tornar públicas as informações requeridas e de forma gratuita. O servidor público que se recursar a fornecer tais informações pode ser responsabilizado em nível civil, penal ou administrativo.</p>
<p><strong>Problemas<br />
</strong>Se é praticamente um consenso de que a lei é um avanço na democracia brasileira, há alguns pontos considerados ainda falhos. Um deles é o fato de que <a href="http://blogs.estadao.com.br/publicos/a-informacao-muda-tremendamente-a-vida-das-pessoas/">não foi criado um órgão independente </a>responsável pela implementação e aplicação da lei. Em outros países onde a lei de acesso a informação pública é considerada um sucesso – o México e o Chile, por exemplo –, um órgão como esse facilitou e melhorou seu funcionamento.</p>
<p>No Brasil, cada órgão público fica responsável pela formulação de vias de acesso do cidadão às suas informações (internet, fax, telefone etc.), em torno dos Serviços de Informação ao Cidadão (SICs). “Se você entrar com o pedido de acesso a determinada informação e ela não for prestada no tempo estabelecido, o seu recurso é a própria Controladoria Geral da União (CGU), que não é autônoma em relação ao governo. Isso pode se tornar um problema”, argumenta Moroni.</p>
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		<title>II Fórum Mundial de Mídia Livre</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 04:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@skarnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[IIFMML]]></category>

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		<description><![CDATA[PRÉ-PROGRAMAÇÃO Dia 16/06 9h00 &#8211; Abertura &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca) O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns 11h00 &#8211; Painéis simultâneos Eixo 1 &#8211; Direito à Comunicação &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca) Temas em debate: acesso à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="justify"><a href="http://www.forumdemidialivre.org/wp-content/uploads/FMML2.jpg"><img class="size-medium wp-image-694" title="FMML2" src="http://www.forumdemidialivre.org/wp-content/uploads/FMML2-300x174.jpg" alt="" width="300" height="174" /></a><span style="font-size: small;"><strong>PRÉ-PROGRAMAÇÃO</strong><br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Dia 16/06 </strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">9h00 &#8211; Abertura &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca)</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">O II Fórum Mundial de Mídia Livre e a Rio+20: A luta da comunicação e da cultura como bens comuns</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">11h00 &#8211; Painéis simultâneos</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Eixo 1 &#8211; Direito à Comunicação &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca)</strong><br />
Temas em debate: acesso à informação; liberdade de expressão; liberdade na internet; agressões a jornalistas; criminalização da mídia livre; conglomerados mundiais de comunicação e o discurso hegemônico sobre desenvolvimento</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Eixo 2 &#8211; Apropriação Tecnológica &#8211; Auditório Eletrobras (Casa do Estudante &#8211; Flamengo)</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Temas em debate: novos modelos organizacionais e econômicos; protocolos livres; liberdade de internet; espectro livre e tecnologia digital (rádio e TV digital); formação para apropriação tecnológica</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>13h00 &#8211; Almoço</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">14h – Painel &#8211; Eixo 3</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Políticas Públicas &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca)</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Temas em debate: comunicação e democracia; marcos regulatórios; padrões internacionais e boas práticas de regulação; sistema público de comunicação; rádios comunitárias; rádios livres; sustentabilidade das mídias livres</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">16h &#8211; Atividades autogestionadas &#8211; salas de aula ECO (UFRJ &#8211; Urca)</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Rodas de conversa, desconferências, oficinas, Fórum Extendido</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Dia 17</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">9h00 &#8211; Painéis simultâneos</span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Eixo 4 &#8211; Movimentos Sociais &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca)</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Temas em debate: Produção de conteúdo e informação pela sociedade civil (incluindo o debate sobre a disputa de valores em torno do desenvolvimento sustentável); as lutas nas redes e nas ruas e o ativismo global; como aumentar o impacto da mídia livre nas lutas sociais; sinergia entre plataformas regionais de informação; troca de experiências e iniciativas; os midialivristas e o processo do Fórum Social Mundial</span></p>
<p><strong>Mulher, mídia e bens comuns &#8211; Auditório Eletrobras (Casa do Estudante &#8211; Flamengo)</strong></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">10h30 &#8211; Plenária Geral &#8211; Auditório Pedro Calmon (UFRJ &#8211; Urca)</span></strong><br />
Organização de estratégias e encaminhamento de propostas para a Plenária de Convergência da Cúpula dos Povos sobre Bens Comuns</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>13h00 – Almoço</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong><span style="text-decoration: underline;">14h &#8211; Atividades autogestionadas &#8211; salas de aula ECO (UFRJ &#8211; Urca) </span></strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;">Rodas de conversa, desconferências, oficinas, Fórum Extendido.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Inscrição de atividades para o II Fórum Mundial de Mídia Livre:</strong> <a href="http://cupuladospovos.org.br/fmml/" target="_blank">http://cupuladospovos.org.br/fmml/ </a></span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: small;"><strong>Outras informações:</strong></span></p>
<p><span style="font-size: small;"><a href="http://medias-libres.rio20.net/" target="_blank">http://medias-libres.rio20.net</a><br />
<a href="http://forumdemidialivre.org/" target="_blank">http://forumdemidialivre.org</a><br />
<a href="http://freemediaforum.org/" target="_blank">http://freemediaforum.org</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Carta do III Fórum de Mídia Livre</title>
		<link>http://www.forumdemidialivre.org/?p=687</link>
		<comments>http://www.forumdemidialivre.org/?p=687#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 19:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>@skarnio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Documentos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós, participantes do III Fórum de Mídia Livre, realizado no âmbito do Fórum Social Temático, em Porto Alegre entre os dias 27 e 28 de janeiro de 2012, vimos reafirmar o reconhecimento da comunicação como um direito humano e social e um bem comum, cuja defesa deve ser objeto da luta das mídias livres, do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em></em>Nós, participantes do III Fórum de Mídia Livre, realizado no âmbito do Fórum Social Temático, em Porto Alegre entre os dias 27 e 28 de janeiro de 2012, vimos reafirmar o reconhecimento da comunicação como um direito humano e social e um bem comum, cuja defesa deve ser objeto da luta das mídias livres, do conjunto dos movimentos sociais e alcançar a sociedade como um todo.</p>
<div>
<p>Num momento em que a comunicação assume papel central nas lutas ao redor do mundo, como se tem visto na Primavera Árabe, no movimento dos indignados e de ocupações públicas e que, ao mesmo tempo, surgem ameaças de cerceamento à liberdade de expressão com medidas de controle da internet, a exemplo dos projetos SOPA e PIPA em discussão nos Estados Unidos, e da Lei Azeredo, o “AI-5 Digital” no Brasil; violações de direitos na mídia e criminalização das rádios comunitárias e dos movimentos sociais, como no caso da desocupação violenta da área do Pinheirinho, na cidade de São José dos Campos; conclamamos todos a se unirem em torno da luta pela democratização da comunicação.</p>
<p>Nessa ação estratégica e unitária, ainda que levada a efeito dentro da diversidade de cada organização e iniciativa, através de suas redes de diálogos, é preciso reconhecer a comunicação não como mera ferramenta, mas compreender a sua potência mobilizadora, essencial à organização política. Objetivo central desse esforço é estabelecer de fato um contraponto à mídia comercial e hegemônica, não só no que diz respeito ao que é veiculado, mas sobretudo quanto à apropriação pela sociedade dos meios de acesso, produção, difusão e distribuição de informação e cultura.</p>
<p>Isso inclui estabelecer no Brasil um novo marco regulatório das comunicações que faça cumprir os preceitos da Constituição Federal relativos ao setor; o fortalecimento das mídias livres (comunitárias, alternativas e populares); a universalização do acesso à internet de qualidade; a neutralidade da rede e o respeito à privacidade dos usuários como direitos garantidos por um marco civil da internet e a reforma da Lei de Direitos Autorais; e fomentar o desenvolvimento, a formação e o uso de tecnologias que tenham como base o princípio da colaboração, compartilhamento e hackeamento.</p>
<p>Para que tal meta se cumpra, é preciso que haja efetiva participação social na construção, implementação e monitoramento das políticas públicas, fortalecendo espaços de discussão como as conferências de comunicação, fóruns e observatórios das entidades do setor.</p>
<p>É ainda imperativo intensificar a mobilização social, que deve extrapolar os espaços de debate tradicionais e ganhar as ruas, para que nossas reivindicações repercutam no conjunto da sociedade. Comprometemo-nos assim com ações de massa, articuladas ao ativismo nas redes sociais.</p>
<p>Nesse sentido, nos somaremos às organizações que estarão na Cúpula dos Povos em junho próximo, no Rio de Janeiro, para as ações de comunicação que farão parte dessa luta global por um mundo em que os direitos humanos, sociais, ambientais, econômicos, políticos e culturais sejam assegurados a todos os cidadãos e cidadãs do Planeta. No bojo dessa mobilização e conjuntamente, será realizado o II Fórum Mundial de Mídia Livre, para o qual fazemos um apelo de participação a todas as organizações e ativistas comprometidos com essa agenda transformadora.</p>
<p>Assim, em 2012, defendemos a tomada de ações que contemplem os encaminhamentos debatidos e acordados durante o III FML, visando concretizar os objetivos acima, entre as quais destacam-se:</p>
<p>● Articulação global com os movimentos midialivristas;</p>
<p>● Construção de um anteprojeto do Marco Regulatório para as Comunicações no Brasil;</p>
<p>● Criar pontos de acesso, de formação e mobilização midialivrista;</p>
<p>● Utilizar linguagem que não reproduza a mídia comercial hegemônica;</p>
<p>● Criação e fomento de redes sociais livres, federadas e autônomas para compartilhamento da produção de conteúdo;</p>
<p>● Investir na formação na produção de conteúdo, como oficinas, observatórios, formações livres e colaborativas;</p>
<p>● Aproximar as iniciativas de mídia livre dos movimentos sociais e da população em geral;</p>
<p>● Mapear o espaço que as mulheres ocupam na mídia alternativa para um debate mais amplo;</p>
<p>● Ampliar o uso da webTV e outras ferramentas de audiovisual na internet como ferramenta estratégica para o debate da mídia livre, priorizando o uso de ferramentas livres;</p>
<p>● Construir um programa que discuta o tema da mídia livre na PosTV com as diversas organizações que atuam nesta pauta;</p>
<p>● Difundir o uso de ferramentas de proteção de dados e Ips;</p>
<p>● Potencializar as rádios comunitárias, de forma que a informação tenha mais alcance;</p>
<p>● Trabalhar pela construção de um grande encontro da sociedade civil, em torno da comunicação, que reúna os diferentes setores que atuam nesta pauta, para o fortalecimento de agendas comuns;</p>
<p>● Valorizar o papel e a participação das mídias não digitais, alternativas e populares, como as rádios livres e comunitárias, nos processos de construção das agendas das mídias livres;</p>
<p>● Defender a adoção de tecnologias livres pelo Estado brasileiro;</p>
<p>● Criação de GT para dar continuidade ao diálogo dos protocolos livres, entendendo esses como a pactuação política e tecnológica de ações, métodos, semântica e tecnologia entre os movimentos da sociedade civil. A organização do GT será feita a partir de agora no pad <a href="http://pontaopad.me/protocoloslivres" rel="nofollow external">http://pontaopad.me/protocoloslivres</a> ;</p>
<p>● Garantir a universalidade da banda larga, com políticas públicas de acesso livre e pontos populares de formação, além de provedores comunitários;</p>
<p>● Combate ao AI-5 digital e a todas as iniciativas de cerceamento da liberdade na internet;</p>
<p>● Cobrar do governo que retome os Pontos de Mídia Livre, ampliando essa política pública para estados e prefeituras;</p>
<p>● Lutar por uma política pública de distribuição da verba governamental de publicidade, que promova a diversidade e a pluralidade e garanta o exercício da comunicação por todos e todas. Esta política deve considerar sobretudo as especificidades das mídias livres em termos de sustentabilidade econômica;</p>
<p>● Mapear iniciativas de políticas públicas de comunicação nos estados;</p>
<p>● Incidir sobre outras políticas que dialogam com a questão do marco regulatório e estão sendo aprovadas de forma independente, como a regulamentação da lei 12.485 e continuidade da classificação indicativa, em debate no Supremo Tribunal Federal;</p>
<p>● Reivindicar faixa de espectro para o rádio e a TV digital e políticas públicas de financiamento de transmissores de rádio e TV digital para pontos de mídia livre;</p>
<p>● Compartilhamento de informações e orientações de apoio jurídico para as mídias livres;</p>
<p>● Articular internacionalmente as lutas por políticas públicas e regulação que garantam liberdade e o combate a leis e políticas que restrinjam a liberdade;</p>
<p>● Lutar por políticas de abertura de espectro livre e white spaces para apropriação pelas mídias livres;</p>
<p>● Debater e tomar posição sobre o padrão de rádio digital a ser implementado pelo Brasil;</p>
<p>● Articular os espaços de mobilização on e offline, nas redes e nas ruas</p>
<p>● Denunciar e combater a apropriação privada de dados pessoais por terceiros</p>
<p>● Promover/participar do II FMML no Rio de Janeiro, entre os dias 16 e 18 de junho, concretizando o chamado da Carta de Dakar;</p>
<p>● Integrar o II FMML, evento inserido no processo dos Fóruns Sociais Mundiais, com o processo da Cúpula dos Povos da Rio+20, respeitando seus princípios e atuando desde já em seus grupos de diálogo e de trabalho, para construção da agenda da comunicação;</p>
<p>● Mapear as atuais experiências de desenvolvimento e uso de redes de compartilhamento de recursos pelos ativismos globais para contribuir no diálogo dos protocolos livres propostos para o II FFML;</p>
<p>● Promover uma ação de comunicação que seja definida de maneira conjunta e que produza impacto para além dos setores que acompanham o processo da Conferência da ONU;</p>
<p>● Traduzir os conceitos em debate na Conferência da ONU e na Cúpula dos Povos e das agendas dos movimentos, de forma a qualificar a compreensão do que está em jogo nos eventos da Rio+20;</p>
<p>● Dialogar com as organizações e movimentos da sociedade civil para que sua comunicação se integre ao processo de construção do II FMML;</p>
<p>● Criar um grupo local de organização e logística para, em diálogo internacional, realizar o II FMML. Este grupo estará aberto à participação de organizações de fora do Brasil;</p>
<p>● Promover no II FMML o diálogo internacional entre desenvolvedores e gestores de redes e recursos de comunicação voltados aos ativismos de internet para a construção de protocolos internacionais;</p>
<p>● Organizar previamente ações de comunicação compartilhada e definir como coordenar as ações de forma autogestionada; ● Ampliar a participação das organizações brasileiras no debate internacional da construção do II FMML;</p>
<p>● Avaliar a possibilidade de extensão (participação à distância) do II FMML, com a organização de atividades e debates fora do Rio de Janeiro durante os dias do evento em junho.</p>
<p>● Promover e apoiar o desenvolvimento de práticas de intercomunicaçao coletiva à distancia pela internet entre organizaçõoes, em particular em caso de atividades inseridas no processo dos fóruns sociais</p>
<p>● Participar e estimular a participação das mídias livres na Comissão de Comunicação do Fórum Social Mundial.</p>
<p>Todas as contribuições estão disponíveis no site: <a href="http://forumdemidialivre.org/" rel="nofollow external">http://forumdemidialivre.org</a></p>
<p>ORGANIZAÇÃO</p>
<p>A plenária do III Fórum de Mídia Livre optou por uma organização em Grupos de Trabalhos integrado por um Grupo de Enlace. São GT abertos à participação</p>
<p>GT &#8211; Comunicação</p>
<p>Revista Fórum, Coletivo Fora do Eixo, Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores, Alquimidia.org, Viração e Ciranda.</p>
<p>GT &#8211; Formação</p>
<p>Rádio Muda, Radio UFSCar, PET-ECO/UFRJ, Coletivo Fora do Eixo, Soylocoporti, COMULHER, Viração.</p>
<p>GT &#8211; Protocolos</p>
<p>Alquimidia.org, Fora do Eixo, Soylocoporti, Ciranda, Phyrtual</p>
<p>GT &#8211; Políticas Públicas</p>
<p>Coletivo Gaúcho pela Democratização da Comunicação e da Cultura, Intervozes, Abraço, Altercom/Aliança Internacional de Jornalistas, Barão de Itararé, Soylocoporti, Fora do Eixo, Amarc.</p>
<p>GT &#8211; Organização local do II FMML</p>
<p>Revista Fórum (Renato Rovai), Pontão da ECO (Ivana Bentes), FDE (Carol e Dríade), Amarc (Arthur William), Abraço (José Soter), Ciranda (Rita Freire), Intervozes (Bia Barbosa), Caritas (Pierre George), WSFTV (Antonio Pacor), E-joussour (Mohamed Leghtas), Alai (Sally Burch), Erika Campelo (Ritimo)</p>
<p>GT de Enlace</p>
<p>Revista Fórum, Radio Muda, Alquimidia.org, Amarc, Pontão da ECO, Ciranda</p>
<p>O contato de cada GT está disponível no site: http://forumdemidialivre .org</p>
<p>CALENDÁRIO INICIAL</p>
<p>A plenária do III Fórum de Mídia Livre elencou os seguintes eventos estratégicos para uma mobilização conjunta do Movimento Midialivrista:</p>
<p>9 a 11 de Fevereiro – Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (Recife)</p>
<p>8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres</p>
<p>11 de Março – Encontro do I Fórum de Mídia Livre dos países da região do Magreb Machrek</p>
<p>Maio – Elencar um dia de ação de rua, ainda no mes de Maio, em torno das lutas da comunicação. Divulgar esse dia de ação durante as atividades do Primeiro de Maio.</p>
<p>Junho &#8211; Ação de rua durante a Rio+20</p>
<p>16 a 18 de Junho &#8211; II Fórum Mundial de Mídia Livre</p>
<p>14 a 22 de Junho &#8211; Atividades diversas da Cúpula dos Povos para a Rio+20</p>
<p>25 de agosto – Dia Nacional de Luta das Rádios Comunitárias</p>
<p>18 de outubro – Dia Nacional pela Democratização da Comunicação</p>
<p>20 de novembro – Dia da Consciência Negra</p>
<p>Documento final do III Fórum de Mídia Livre, realizado durante o Fórum Social Temático, em Porto Alegre , durante os dias 27 e 28/01/2012</p>
<p>Versões disponíveis em outras línguas: [<a title="The Charter of the III Free Media Forum" href="http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/charter-of-the-iii-free-media" hreflang="en" rel="alternate" target="_blank">English</a>] [<a title="La Carta del III Foro de Medios Libres" href="http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/la-carta-del-iii-foro-de-medios" hreflang="es" rel="alternate" target="_blank">Español</a>] [<a title="La lettre des Médias Libres" href="http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/la-lettre-du-iii-fml" hreflang="fr" rel="alternate" target="_blank">français</a>] [<a title="La Carta dei Media Liberi" href="http://www.ciranda.net/porto-alegre-2012/article/la-carta-dei-media-liberi" hreflang="it" rel="alternate" target="_blank">italiano</a>]</p>
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